sexta-feira, 31 de julho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Dia 25 de Junho sentiremos com toda a certeza a felicidade dentro de nós. Ser solidário é ser fonte de gente !!!
Porque não Mayra Andrade ? A nossa felicidade depende também da felicidade dos amigos ...
Lembro a todos os que quiserem participar no jantar de dia 25 na Taverna dos Tovadores em S. Pedro de Sintra, que hoje é o último dia em que poderão garantir a vossa presença.
Até quinta ...
Lembro a todos os que quiserem participar no jantar de dia 25 na Taverna dos Tovadores em S. Pedro de Sintra, que hoje é o último dia em que poderão garantir a vossa presença.
Até quinta ...
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Porque ser solidário é ser fonte de gente !
Um gesto de amizade, um jantar de solidariedade, um espectáculo de emoções: pela gravação de um CD

Todos nós sabemos como é difícil alguém impor-se no universo da música de qualidade em Portugal. Rogério Charraz tem já vários anos de provas dadas como músico e autor que aposta na música de qualidade cantada em Português. Por tudo isto e num gesto solidário, num gesto de pura amizade, vamos conjuntamente com outros grandes nomes da música Portuguesa prestar-lhe a nossa homenagem.Vem connosco. Ajuda-nos a fazer a FESTA. Dia 25 de Junho ás 20 horas na Taverna dos Trovadores em Sintra esperamos por ti. A meta será gravar o CD do Rogério Charraz. Um CD que nos permitirá não esquecer os grandes músicos que existem e existiram no nosso país. O CD de todos nós.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
“Sem eira nem beira” Canção dos Xutos transformada em manifesto contra Sócrates
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou-bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar/Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir/Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar/A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
A todos os fans dos Xutos (e não só), aconselho a leitura do livro dcom a biografia do Zé Pedro. Nele a vida do guitarrista é contada nas palavras da irmã.O livro recebeu o título de Não Sou o Único , um dos hinos dos Xutos & Pontapés, e vai estar disponível nas lojas a partir de amanhã. A biografia de Zé Pedro foi escrita por Helena Reis, irmã mais velha e professora de inglês. Tem a chancela da Editorial Presença.
Ao Correio da Manhã, Helena Reis explicou qual o conteúdo da obra: “uma biografia que começa com uma recolha dos livros de bebé que a nossa mãe escrevia”. O livro atravessa a infância de Zé Pedro, as viagens “a Timor, à Guiné” e uma outra que nas palavras da irmã o fez decidir ser músico: “um inter-rail, de que fala muito e que o marcou porque foi a um festival punk em França”.
Corria o ano de 1977 – ano recheado de momentos chave para o punk, como o lançamento de Never Mind The Bollocks, Here’s The Sex Pistols - e depois do festival francês, Zé Pedro ainda passou por Barcelona. Helena conta que ao ver o Santana actuar, Zé Pedro afirmou: “é isto que eu gostava de fazer, isto é o meu sonho”.
A biografia avança com outras fases da vida de Zé Pedro, nomeadamente a formação dos Xutos & Pontapés, e com uma série de episódios relacionados com a banda e com a sua vida pessoal, passando pelo consumo de drogas e incluindo o plano amoroso. A autora assegura que a leitura de Não Sou o Único “dá resposta às questões dos fãs”.
O retrato termina em Nova Iorque, num concerto dos Rolling Stones, a que Zé Pedro foi há dois anos, para celebrar o seu aniversário. Um retrato recheado de “faixas escondidas”, diz a irmã.
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